PL 504/2021 · Saúde
Residência em saúde
Nas comissões da Câmara; em 03/11, relatoria definida
Urgência aprovada na Câmara; o texto pode ir a voto em qualquer sessão · desde 03 de nov de 2026
+ Semana muito movimentada: bem mais passos importantes que o normal para esta propostaFica só neste aparelho. Saiba mais
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Como votaram
Ainda não houve votação do texto em plenário. Quando houver votação nominal, esta página mostra como cada faixa e cada partido votou.
Resumo em 3 linhas
Em linguagem simples, feito por inteligência artificial a partir do texto oficial.
- A proposta cria a Política Nacional de Residência em Área Profissional da Saúde.
- A comissão nacional muda de nome para CNRAPS e passa a ter regulação, supervisão e avaliação dos programas.
- Os programas podem ser uniprofissionais ou multiprofissionais e têm duração mínima de 2 anos.
Ler a explicação completa
Muda as regras da residência em saúde, define direitos dos residentes e organiza a gestão e o financiamento dos programas.
Para quem: Afeta os programas de Residência em Área Profissional da Saúde, os residentes, preceptores, tutores, coordenadores e as instituições de saúde ou de ensino que ofertam esses programas. Também alcança os Ministérios da Educação e da Saúde e os conselhos profissionais, em pontos específicos.
- A proposta cria a Política Nacional de Residência em Área Profissional da Saúde.
- A comissão nacional muda de nome para CNRAPS e passa a ter regulação, supervisão e avaliação dos programas.
- Os programas podem ser uniprofissionais ou multiprofissionais e têm duração mínima de 2 anos.
- O residente passa a ter bolsa, auxílio-moradia, 1 dia de folga semanal, 30 dias de repouso anual, licenças e certificado de especialista.
- O financiamento público fica prioritário para instituições públicas e privadas sem fins lucrativos que tenham, no mínimo, 75% da carga horária em atividades práticas no SUS.
Exceções e regras diferentes
- A residência não vale para a área médica.
- O financiamento público prioriza instituições privadas sem fins lucrativos só se elas cumprirem o mínimo de 75% da carga horária em atividades práticas em unidades ligadas ao SUS.
- A proposta não cria vínculo empregatício entre residentes, preceptores, tutores ou coordenadores e as instituições de ensino ou de saúde, nem com os Ministérios da Educação e da Saúde.
Quando vale: Na data da publicação.
Ainda depende de: Vários pontos ficam para ato conjunto dos Ministros da Educação e da Saúde, como a organização e o funcionamento da comissão, a carga horária, o valor da bolsa, o auxílio-moradia e regras complementares. Outros detalhes ficam para regulamentação da CNRAPS.
Em que pé está
- ComissõesNas comissões da Câmara (etapa atual)
- Plenário(ainda não chegou)
- Senado (revisão)(ainda não chegou)
- Sanção(ainda não chegou)
- Virou lei(ainda não chegou)
Câmara: Pronta para Pauta
Texto e fonte oficial
Cria a Política Nacional de Residência em Área Profissional da Saúde.
Palavras-chave oficiais
- criação
- política nacional de residência em área profissional da saúde
- diretrizes
- pós-graduação
- profissional de saúde
- residência em área profissional da saúde
- sistema único de saúde (sus)
- competência
- ministério da saúde
- ministério da educação
- _ alteração
- lei do programa nacional de inclusão de jovens (2005)
- Autoria
- Alexandre Padilha (PT)
- Relator(a) na Câmara
- Ana Pimentel (PT)MG
- Tempo de tramitação
- 2.084 diasUm projeto desse tipo que virou lei levou, no meio, 1.068 dias.
- Disputa
- Sem sinais0 vista(s), destaques, obstruções ou retiradas de pauta
Ficha na Câmara (abre em nova aba)
Resumo feito por inteligência artificial (gpt-5.4-mini) a partir do substitutivo adotado na Câmara, em 04 de nov de 2026. Pode conter erros: confira no texto oficial (texto (abre em nova aba)).
De que lado vem
Pela escala dos partidos de quem assinou a proposta.
Autoria de Alexandre Padilha (PT), partido com nota 2,7.
Linha do tempo
Só o que conta: 10 andamentos burocráticos ficam de fora.
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